Templo do Macaco – Kathmandu, Nepal

Templo do Macaco, conhecendo uma das principais estupas do budismo tibetano do Nepal.

Dia 20/Setembro, tomamos o café da manhã no hotel e encontramos nosso guia Ramesh para ir até o Templo do Macaco (Monkey Temple em inglês, o nome oficial é Swayambhunath), um complexo religioso principalmente budista mas também hindu.

A origem do nome Templo do Macaco é devido uma colônia de macacos considerada sagrada que vive neste complexo.

Pegamos um taxi (cerca de 200 rúpias) e  chegamos numa escadaria com várias estátuas. São 365 degraus até chegar a estupa do Templo do Macaco – uma das principais do budismo tibetano do Nepal.

O complexo tem vários templos, santuários e uma estupa com grandes olhos. A visita começa seguindo o sentido horário ao redor da estupa para dar sorte. Tocava um mantra, o mesmo que estava inscrito nas bandeiras coloridas e nas rodas de orações: Om mani padme hum que significa “da lama nasce a flor de lótus” é um dos mantras do budismo entoado seguindo as contas do Mala (colar).

A estupa consiste num domo na base seguida por uma estrutura cúbica pintada com os “olhos de Buda” nas quatro direções. Há torans pentagonais acima de cada um dos quatro lados com estátuas esculpidas. Atrás e acima da torana há 13 níveis ou terraços e acima de todos eles há um pequeno espaço onde se situa o pináculo. O domo na base representa o mundo, quando uma pessoas se liberta das amarras do mundo, atinge o estado de iluminação no budismo. Os treze pináculos no topo simbolizam que os seres sencientes têm que percorrer os treze estágios de realizações espirituais para atingirem a iluminação ou estado de Buda. Em cada um dos quatro lados da estupa principal há um par de grandes olhos que representam a sabedoria e a compaixão. Os olhos estão virados para as quatro direções para simbolizar a onisciência de um buda. Entre cada um dos pares de olhos, no lugar do nariz, há um símbolo semelhante a um ponto de interrogação que é o caráter que representa o número um em nepalês e sânscrito, que simboliza a unidade de todas as coisas e o caminho único para alcançar a iluminação — através dos ensinamentos de Buda. E acima de cada par de olhos há outro olho, o chamado terceiro olho. Diz-se que quando Buda prega, raios cósmicos emanam do terceiro olho em forma de mensagens para seres celestes.

Vimos vários peregrinos fazendo oferendas e macacos disputando a comida das oferendas (mas várias pessoas levavam comida para eles também).

O Monkey Temple fica no alto de uma colina e dá uma bela vista do Vale de Kathmandu.

Descemos a colina e conhecemos 3 estátuas gigantes e douradas, uma era de Buda. 

Voltamos para Thamel e almoçamos. Eu novamente fui no prato típico nepalês Dal Bhaat.

A tarde foi para fuçar as lojas de trekking no Thamel, comprar algumas lembranças e aproveitamos para tomar um café numa das bakeries do bairro. 

A noite saímos para um happy hour num lugar gostoso com comida e música boa.

Confira o vídeo desse dia no nosso Canal do Youtube:

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