Reflexões na montanha

Qual seu objetivo ao escalar uma montanha? A montanha como um meio e um fim.

Aprendi a escalar montanha pois tinha a necessidade de atingir novos limites com mais segurança e aprimorando o trekking para acessar lugares cada vez mais desafiadores e paradisíacos.

Com o tempo, a escalada virou uma necessidade por si mesma. Como um lazer, uma meditação e até um estilo de vida.

Essa dualidade é revelada por Robert Pirsig, autor do livro Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas, que descreve alguns pensamentos para nossa reflexão:

Montanhas devem ser escaladas com o menor esforço possível e sem desejo. A realidade de sua própria natureza, deve determinar a velocidade. Se você tornar-se inquieto, acelere. Se você ficar sem fôlego, vá devagar.

Você deve subir a montanha em um equilíbrio entre a inquietação e a exaustão. Então, quando você não está mais pensando no futuro, cada passo não é apenas um meio para um fim, mas um acontecimento único em si mesmo.

Esta folha tem bordas recortadas. Esta rocha parece solta. Deste lugar a neve é menos visível, embora mais próxima. Estas são as coisas que você deve observar.

Viver apenas para um objetivo futuro é superficial. São os lados da montanha que sustentam a vida, e não o topo. Aqui é onde as coisas crescem.

Mas, claro, sem a parte superior você não pode ter nenhum lado. É o topo que define os lados

Mirante da Pedra do Baú – Trilheiros.net

Lu | Trilheiros.net

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